quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
SÍTIO ARQUEOLÓGICO ENCONTRADO NAS OBRAS DA TRANSPOSIÇÃO EM CUSTÓDIA-PE
Um sítio arqueológico com fragmentos cerâmicos e gravuras rupestres foi encontrado em um canteiro de obras da transposição das águas do rio São Francisco, em Custódia (que fica a 350 km de Recife).
Os vestígios, que podem ter 9.000 anos, foram achados em uma região de caatinga conhecida por Lage das Onças, no lote 10 da obra, a 40 km da cidade.
A descoberta surpreendeu especialistas também por sua conexão com outra região brasileira, esta na Paraíba, onde há pegadas de dinossauros. A área em Pernambuco abriga ainda ruínas de um engenho e até cartuchos de fuzil que podem ter ligação com o cangaço.
As gravuras, talhadas em pedra, não se assemelham à forma humana ou animal. Segundo os arqueólogos, os desenhos são de “grafismos puros”, que nada representam da vida real. A descoberta paralisou os trabalhos de terraplenagem numa área de aproximadamente 20 mil metros quadrados. Segundo o Ministério da Integração Nacional, após o recolhimento dos fragmentos, a passagem das máquinas pelo local será retomada.
O Ministério da Integração Nacional afirma que os sítios serão preservados.
Da Folha de Pernambuco
Os vestígios, que podem ter 9.000 anos, foram achados em uma região de caatinga conhecida por Lage das Onças, no lote 10 da obra, a 40 km da cidade.
A descoberta surpreendeu especialistas também por sua conexão com outra região brasileira, esta na Paraíba, onde há pegadas de dinossauros. A área em Pernambuco abriga ainda ruínas de um engenho e até cartuchos de fuzil que podem ter ligação com o cangaço.
As gravuras, talhadas em pedra, não se assemelham à forma humana ou animal. Segundo os arqueólogos, os desenhos são de “grafismos puros”, que nada representam da vida real. A descoberta paralisou os trabalhos de terraplenagem numa área de aproximadamente 20 mil metros quadrados. Segundo o Ministério da Integração Nacional, após o recolhimento dos fragmentos, a passagem das máquinas pelo local será retomada.
O Ministério da Integração Nacional afirma que os sítios serão preservados.
Da Folha de Pernambuco
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Aulão beneficente para candidatos ao ENEM 2009

A Faculdade Salesiana do Nordeste (FASNE) realizará nos dias 20 e 27 de setembro, das 08h ás 17, um aulão para concluintes do ensino médio que se candidataram ao ENEM-2009.
No dia 20, as aulas serão no auditório da Faculdade Salesiana na Rua Dom Bosco, bairro da Boa Vista (Colégio Salesiano Sagrado Coração) e no domingo seguinte, dia 27, as aulas serão realizadas no auditório do Instituto Salesiano de Filosofia localizado na Avenida Abdias de Carvalho, 1855 bairro do Prado (ao lado da igreja Dom Bosco).
As inscrições podem ser feitas no dia do aulão, mediante a doação de uma lata de leite que serão repassadas para instituições de caridade.
Todos os professores convidados ministrarão aulas voluntariamente.
Informações:franca.valdemir@hotmail.com
Professor Valdemir França
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Fenômeno raro: Duas luas brilhando no céu na noite do dia 27

O Planetario Internacional de Vancouver, da British Columbia - Canadá, calculou a precisão em que Marte estará orbitando perto da terra. Será no dia 27 de agosto de 2009.
Todavia, o mais interessante de tudo é que isto estava previsto em um código Maya, encontrado na piramide ao lado do Observatorio Estrelar em Palenque, Chiapas -México.
Com este cálculo matemático Maya, agora os Mayas estão sendo vistos como os gregos da America, e orgulho da Guatemala.
Pelo menos, quatro ou cinco gerações da humanidade não voltarão a ver este fenômeno natural, e poucas pessoas sabem até o momento, embora tenha sido noticiado em 11 de maio de 2009.
Duas Luas no Céu
No dia 27 de Agosto, à meia noite e meia, olhe para o céu, o planeta Marte será a estrela mais brilhante do céu, e será tão grande quanto a lua cheia, e estará a 55,75 milhões de kilômetros da terra.Será como se a terra tivesse duas luas.
Este acontecimento só se produzirá no ano de 2287 e por isso, vale a pena conferir.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Obama qualifica chegada do homem à Lua como "modelo de excelência"
Da EFE
Macarena Vidal.
Washington, 20 jul (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou hoje o "modelo de excelência" que foi a missão Apolo 11, em comemoração aos 40 anos da chegada do homem à Lua, embora não tenha dito se apoia novas operações de exploração.
"Seu extraordinário trabalho inspirou uma geração inteira", afirmou o presidente americano em uma recepção na Casa Branca a Neil Armstrong, Edwin "Buzz" Aldrin e Michael Collins, assim como o atual administrador da Nasa (agência espacial americana), Charles Bolden.
A Nasa "fará tudo o que puder nas próximas décadas para continuar essa missão inspiradora", afirmou Obama, que se lembrou de quando era menino, no Havaí, sentado nos ombros de seu avô e como fica impressionado "diante da maravilha que era o trabalho dos astronautas", naquele dia 20 de julho de 1969.
Obama disse ainda que "o modelo de excelência será sempre representado pelos homens da missão Apollo 11" e reiterou seu compromisso com voltar a fazer da ciência "algo interessante", que poderá ser escolhida como carreira profissional para os universitários de amanhã.
No entanto, o presidente americano não quis detalhar seus planos para a Nasa para os próximos anos ou se apoia uma missão tripulada a Marte, como pediram Aldrin e Collins.
Seu antecessor, George W. Bush, anunciou, em 2004, planos para voltar a enviar o homem à Lua em 2020, depois que essas viagens foram suspendidas por motivos orçamentários em 1972, e mencionou a ambição de chegar a Marte, embora nenhum projeto tenha sido aprovado.
Após sua chegada à Casa Branca, Obama ordenou uma revisão desses projetos, a cargo de uma comissão presidida pelo ex-diretor da empresa de tecnologia Lockheed Martin Norman Augustine e que deve apresentar suas conclusões no final de agosto.
Uma das preocupações é o custo do programa. A Nasa já deve pôr fim no final do próximo ano aos voos de suas naves espaciais e desenhar um novo veículo, capaz de levar o homem à Lua, ao longo dos próximos dez anos, em um programa com um orçamento de US$ 35 bilhões.
Uma operação para levar o homem a Marte foi calculada em torno de US$ 150 bilhões, um custo muito alto no melhor dos casos, levando em consideração a atual crise econômica enfrentada pelos EUA.
Mesmo assim, os astronautas que viajaram nas diferentes missões Apollo à Lua acreditam que esse objetivo, hoje em dia considerado ficção científica, deve se tornar realidade.
Em entrevista coletiva hoje na sede da Nasa em Washington, em comemoração ao aniversário, os astronautas se mostraram unânimes na necessidade de viajar a Marte.
Aldrin, que nos últimos dias repetiu essa mensagem em numerosas aparições públicas, assegurou hoje que "talvez haja vida em Marte e se houver, certamente temos que ir lá e dar uma olhada".
"Quando chegarmos lá, se não havia vida antes, haverá a partir de então, porque a levaremos, seja em forma de germes, o que seja", afirmou.
Por sua parte, Walter Cunningham, da missão Apollo 7, disse que os EUA não podem se transformar em uma sociedade que fuja do risco e renuncie a enviar expedições espaciais, porque não há uma "rede de segurança" para caso algo dê errado.
"Há coisas pelas quais vale a pena arriscar a vida", afirmou o astronauta.
Seu colega James Lovell, da missão Apollo 13 que retornou à Terra em condições arriscadas, após um grave problema técnico, e que se tornou um célebre filme, considerou que ir para Marte pode devolver ao público a ilusão da exploração espacial.
As comemorações pelos 40 anos da chegada do homem à Lua se estenderão nos EUA ao longo da semana, para lembrarem o momento em que cerca de 500 milhões de pessoas no mundo todo viram Armstrong e Aldrin pisarem na Lua e darem um "pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade".
Macarena Vidal.
Washington, 20 jul (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou hoje o "modelo de excelência" que foi a missão Apolo 11, em comemoração aos 40 anos da chegada do homem à Lua, embora não tenha dito se apoia novas operações de exploração.
"Seu extraordinário trabalho inspirou uma geração inteira", afirmou o presidente americano em uma recepção na Casa Branca a Neil Armstrong, Edwin "Buzz" Aldrin e Michael Collins, assim como o atual administrador da Nasa (agência espacial americana), Charles Bolden.
A Nasa "fará tudo o que puder nas próximas décadas para continuar essa missão inspiradora", afirmou Obama, que se lembrou de quando era menino, no Havaí, sentado nos ombros de seu avô e como fica impressionado "diante da maravilha que era o trabalho dos astronautas", naquele dia 20 de julho de 1969.
Obama disse ainda que "o modelo de excelência será sempre representado pelos homens da missão Apollo 11" e reiterou seu compromisso com voltar a fazer da ciência "algo interessante", que poderá ser escolhida como carreira profissional para os universitários de amanhã.
No entanto, o presidente americano não quis detalhar seus planos para a Nasa para os próximos anos ou se apoia uma missão tripulada a Marte, como pediram Aldrin e Collins.
Seu antecessor, George W. Bush, anunciou, em 2004, planos para voltar a enviar o homem à Lua em 2020, depois que essas viagens foram suspendidas por motivos orçamentários em 1972, e mencionou a ambição de chegar a Marte, embora nenhum projeto tenha sido aprovado.
Após sua chegada à Casa Branca, Obama ordenou uma revisão desses projetos, a cargo de uma comissão presidida pelo ex-diretor da empresa de tecnologia Lockheed Martin Norman Augustine e que deve apresentar suas conclusões no final de agosto.
Uma das preocupações é o custo do programa. A Nasa já deve pôr fim no final do próximo ano aos voos de suas naves espaciais e desenhar um novo veículo, capaz de levar o homem à Lua, ao longo dos próximos dez anos, em um programa com um orçamento de US$ 35 bilhões.
Uma operação para levar o homem a Marte foi calculada em torno de US$ 150 bilhões, um custo muito alto no melhor dos casos, levando em consideração a atual crise econômica enfrentada pelos EUA.
Mesmo assim, os astronautas que viajaram nas diferentes missões Apollo à Lua acreditam que esse objetivo, hoje em dia considerado ficção científica, deve se tornar realidade.
Em entrevista coletiva hoje na sede da Nasa em Washington, em comemoração ao aniversário, os astronautas se mostraram unânimes na necessidade de viajar a Marte.
Aldrin, que nos últimos dias repetiu essa mensagem em numerosas aparições públicas, assegurou hoje que "talvez haja vida em Marte e se houver, certamente temos que ir lá e dar uma olhada".
"Quando chegarmos lá, se não havia vida antes, haverá a partir de então, porque a levaremos, seja em forma de germes, o que seja", afirmou.
Por sua parte, Walter Cunningham, da missão Apollo 7, disse que os EUA não podem se transformar em uma sociedade que fuja do risco e renuncie a enviar expedições espaciais, porque não há uma "rede de segurança" para caso algo dê errado.
"Há coisas pelas quais vale a pena arriscar a vida", afirmou o astronauta.
Seu colega James Lovell, da missão Apollo 13 que retornou à Terra em condições arriscadas, após um grave problema técnico, e que se tornou um célebre filme, considerou que ir para Marte pode devolver ao público a ilusão da exploração espacial.
As comemorações pelos 40 anos da chegada do homem à Lua se estenderão nos EUA ao longo da semana, para lembrarem o momento em que cerca de 500 milhões de pessoas no mundo todo viram Armstrong e Aldrin pisarem na Lua e darem um "pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade".
Indústria comemora 30 anos do 1º carro a álcool no país
Fiat 147 foi o primeiro modelo movido a álcool combustível. Tecnologia evoluiu com chegada dos motores flex há seis anos.
Em julho de 1979, a Fiat lançou no mercado nacional o primeiro carro movido a álcool combustível. O compacto Fiat 147 chegou às concessionárias quatro meses depois que os 16 primeiros postos de combustível começaram a receber o álcool combustível.
O Fiat 147 álcool foi produzido na unidade da montadora em Betim entre 1979 e 1987. Ao todo, foram vendidas aproximadamente 120.500 mil unidades. A relação custo-benefício do então novo combustível foi bem aceita, uma vez que o preço do álcool era 50% mais baixo que o da gasolina. Com um motor 1.3, o carro era mais potente e apresentava menor emissão de poluentes.
Hoje, três décadas depois, a tecnologia evoluiu com a criação dos motores bicombustíveis que já representam 88% das vendas de automóveis e comerciais leves no país.
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