terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Nasa divulga foto de caminhada espacial de astronauta
Steve Bowen operou do lado de fora da Estação Espacial nesta segunda.
Ele chegou à ISS a bordo da Discovery, lançada na semana passada.
Do G1, com informações da Reuters

O astronauta Steve Bowen opera do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Ele e Alvin Drew passaram seis horas e 34 minutos fazendo a chamada "caminhada espacial". Bowen chegou à ISS no domingo, à bordo da Discovery, que foi lançada na quinta-feira passada pela última vez - a Nasa está aposentanto o projeto de ônibus espaciais. (Foto: REUTERS)
Ele chegou à ISS a bordo da Discovery, lançada na semana passada.
Do G1, com informações da Reuters

O astronauta Steve Bowen opera do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Ele e Alvin Drew passaram seis horas e 34 minutos fazendo a chamada "caminhada espacial". Bowen chegou à ISS no domingo, à bordo da Discovery, que foi lançada na quinta-feira passada pela última vez - a Nasa está aposentanto o projeto de ônibus espaciais. (Foto: REUTERS)
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Ambientalista monta acampamento para defender ovos de tartaruga em Boa Viagem
Uma verdadeira força-tarefa está montada na praia de Boa Viagem, no Recife, para defender o local de desova de uma tartaruga marinha. O animal depositou seus ovos numa área próxima à Padaria Globo - uma das áreas mais movimentadas da praia - na sexta-feira passada. Além de duas equipes da Brigada Ambiental da Guarda Municipal, um voluntário do Ibama resolveu literalmente acampar ao lado do ninho onde a fêmea de tartaruga verde (Chelonia mydas) enterrou cerca de 150 ovos.
Há 23 anos trabalhando voluntariamente no combate aos maus tratos animais, Adriano Artoni, de 41 anos, prometeu passar os dias (e noites) dentro de uma barraca de 4 metros quadrados, contando apenas com lanches, água e um binóculo, que o ajuda a monitorar as marés e a possível aparição de novos quelônios na região.
“É uma forma de pressionar as autoridades para que essa vigilância da brigada seja constante. São entre 45 e 60 dias para o nascimento dos filhotes, então é necessário defender o local”, explica.
Somente em caso de haver um monitoramento constante da região é possível ter boas perspectivas em relação à sobrevida dos filhotes (para que eles sejam chocados corretamente, é necessário que os ovos não sejam manipulados nem arrastados pelo mar).
No caso de risco à integridade dos ovos, contrário, o Ibama pode solicitar o auxílio do Projeto Tamar, com sede nas praias de Pipa (RN) e de Fernando de Noronha (PE), para transportar todos os ovos a uma praia mais deserta. Segundo o guarda da Brigada Ambiental Pablo Fontes, as tartarugas verdes crescem e depois de 20 anos voltam ao local onde nasceram para desovar. “Esta, por exemplo, com certeza nasceu no Recife. É preciso pensar justamente em como a área estará daqui a 20 anos. A área é muito movimentada, não oferece muita segurança”, explica.
Nos próximos dias, técnicos do Ibama e do Projeto Tamar estarão no local para avaliar os riscos aos quais os ovos estão submetidos para, somente então, decidir se haverá necessidade do transporte. Enquanto isso, a área continua isolada. Banhistas ou comerciantes que atuam na região que invadirem o espaço ou causarem danos indiretos à ninhada podem responder por crime ambiental, cuja pena varia de 6 meses a 1 ano de reclusão, conforme lei municipal nº 9.605.
Perigo – Além da ação individual, uma outra questão pode estar atrapalhando a reprodução de tartarugas marinhas nas prias urbanas de Pernambuco. Desde a semana passada, tratores vêm circulando na faixa de areia de Boa Viagem a Piedade para a realização de obras urbanísticas.
Somente em janeiro, os veículos trabalharam em três pontos de desova de tartaruga - dois no Recife e um em Jaboatão dos Guararapes. No entanto, apenas o primeiro deles, o da Padaria Globo, está devidamente isolado e identificado, o que reduz a possibilidade de destruição dos ovos.
Por Ed Wanderley Do site Pernambuco.com
Há 23 anos trabalhando voluntariamente no combate aos maus tratos animais, Adriano Artoni, de 41 anos, prometeu passar os dias (e noites) dentro de uma barraca de 4 metros quadrados, contando apenas com lanches, água e um binóculo, que o ajuda a monitorar as marés e a possível aparição de novos quelônios na região.
“É uma forma de pressionar as autoridades para que essa vigilância da brigada seja constante. São entre 45 e 60 dias para o nascimento dos filhotes, então é necessário defender o local”, explica.
Somente em caso de haver um monitoramento constante da região é possível ter boas perspectivas em relação à sobrevida dos filhotes (para que eles sejam chocados corretamente, é necessário que os ovos não sejam manipulados nem arrastados pelo mar).
No caso de risco à integridade dos ovos, contrário, o Ibama pode solicitar o auxílio do Projeto Tamar, com sede nas praias de Pipa (RN) e de Fernando de Noronha (PE), para transportar todos os ovos a uma praia mais deserta. Segundo o guarda da Brigada Ambiental Pablo Fontes, as tartarugas verdes crescem e depois de 20 anos voltam ao local onde nasceram para desovar. “Esta, por exemplo, com certeza nasceu no Recife. É preciso pensar justamente em como a área estará daqui a 20 anos. A área é muito movimentada, não oferece muita segurança”, explica.
Nos próximos dias, técnicos do Ibama e do Projeto Tamar estarão no local para avaliar os riscos aos quais os ovos estão submetidos para, somente então, decidir se haverá necessidade do transporte. Enquanto isso, a área continua isolada. Banhistas ou comerciantes que atuam na região que invadirem o espaço ou causarem danos indiretos à ninhada podem responder por crime ambiental, cuja pena varia de 6 meses a 1 ano de reclusão, conforme lei municipal nº 9.605.
Perigo – Além da ação individual, uma outra questão pode estar atrapalhando a reprodução de tartarugas marinhas nas prias urbanas de Pernambuco. Desde a semana passada, tratores vêm circulando na faixa de areia de Boa Viagem a Piedade para a realização de obras urbanísticas.
Somente em janeiro, os veículos trabalharam em três pontos de desova de tartaruga - dois no Recife e um em Jaboatão dos Guararapes. No entanto, apenas o primeiro deles, o da Padaria Globo, está devidamente isolado e identificado, o que reduz a possibilidade de destruição dos ovos.
Por Ed Wanderley Do site Pernambuco.com
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Estudo vai mapear áreas mais afetadas por fenômenos climáticos
Projeto nacional desenvolvido pela UFSC deve ser concluído em 2012; levantamento de desastres é feito a partir de informações da Defesa Civil
Fonte: G1
Um estudo desenvolvido pelo Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), irá mapear as áreas mais afetadas por fenômenos climáticos no Brasil. O projeto, chamado Planejamento Nacional de Gerenciamento de Riscos, começou em outubro de 2010 e foi dividido em três etapas, devendo ser concluído em 2012.
Segundo o Ceped, o mapeamento é feito a pedido do Ministério da Integração Nacional. Equipes multidisciplinares já visitaram todos os estados brasileiros, com exceção do Amazonas, que não autorizou o acesso ao banco de dados do estado, segundo o Centro.
“Nós visitamos as sedes de Defesas Civis estaduais e levantamos as ocorrências de desastre a partir de documentos da Defesa Civil, como Notificações Preliminares de Desastre (Nopred) e Avaliação de Danos (Avadan). Estamos coletando diversos dados, mas certamente teremos, ao final do estudo, as cidades mais afetadas por fenômenos climáticos pelo menos nos últimos dez anos”, diz ao G1 o professor Antônio Edésio, diretor do Centro.
Além das informações da Defesa Civil, eventuais lacunas serão preenchidas com consultas a informações divulgadas pela imprensa e dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O projeto tem mais de 30 profissionais envolvidos, entre engenheiros, geólogos, sociólogos e profissionais de informática.
Os dados coletados nesta primeira etapa do planejamento serão incluídos em um banco de dados nacional, mecanismo que ainda não existe no país. “É importante ter o banco de dados para mapear as cidades mais afetadas. O mapeamento vai permitir a priorização das ações do governo no que diz respeito à prevenção, e para onde devem ser destinados investimentos", afirma Edésio. O banco de dados, segundo o Ceped, deve ser concluído em junho.
Na segunda etapa do projeto, os dados das catástrofes serão cruzados com informações sobre os locais afetados. Serão informações como dados pluviométricos, históricos e socioeconômicos, para traçar a vulnerabilidade das cidades. "Há populações vulneráveis, mas bem preparadas e locais não tão vulneráveis, mas com a população despreparada, por exemplo. Isso será levado em conta”, diz. O desenvolvimento do software para o cruzamento desses dados já começou e ele deve ser colocado em funcionamento assim que a primeira fase do projeto for concluída.
Depois de definidas as áreas mais afetadas, a terceira etapa será a capacitação e treinamento dos profissionais de Defesa Civil para utilizar esse sistema. Para funcionar adequadamente, é fundamental que o banco de dados seja abastecido com frequência e precisão, para que o atlas com a série histórica de desastres se mantenha atualizado.
O Ceped afirma que os resultados parciais e final do estudo serão divulgados apenas pelo Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil.
Fonte: G1
Um estudo desenvolvido pelo Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), irá mapear as áreas mais afetadas por fenômenos climáticos no Brasil. O projeto, chamado Planejamento Nacional de Gerenciamento de Riscos, começou em outubro de 2010 e foi dividido em três etapas, devendo ser concluído em 2012.
Segundo o Ceped, o mapeamento é feito a pedido do Ministério da Integração Nacional. Equipes multidisciplinares já visitaram todos os estados brasileiros, com exceção do Amazonas, que não autorizou o acesso ao banco de dados do estado, segundo o Centro.
“Nós visitamos as sedes de Defesas Civis estaduais e levantamos as ocorrências de desastre a partir de documentos da Defesa Civil, como Notificações Preliminares de Desastre (Nopred) e Avaliação de Danos (Avadan). Estamos coletando diversos dados, mas certamente teremos, ao final do estudo, as cidades mais afetadas por fenômenos climáticos pelo menos nos últimos dez anos”, diz ao G1 o professor Antônio Edésio, diretor do Centro.
Além das informações da Defesa Civil, eventuais lacunas serão preenchidas com consultas a informações divulgadas pela imprensa e dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O projeto tem mais de 30 profissionais envolvidos, entre engenheiros, geólogos, sociólogos e profissionais de informática.
Os dados coletados nesta primeira etapa do planejamento serão incluídos em um banco de dados nacional, mecanismo que ainda não existe no país. “É importante ter o banco de dados para mapear as cidades mais afetadas. O mapeamento vai permitir a priorização das ações do governo no que diz respeito à prevenção, e para onde devem ser destinados investimentos", afirma Edésio. O banco de dados, segundo o Ceped, deve ser concluído em junho.
Na segunda etapa do projeto, os dados das catástrofes serão cruzados com informações sobre os locais afetados. Serão informações como dados pluviométricos, históricos e socioeconômicos, para traçar a vulnerabilidade das cidades. "Há populações vulneráveis, mas bem preparadas e locais não tão vulneráveis, mas com a população despreparada, por exemplo. Isso será levado em conta”, diz. O desenvolvimento do software para o cruzamento desses dados já começou e ele deve ser colocado em funcionamento assim que a primeira fase do projeto for concluída.
Depois de definidas as áreas mais afetadas, a terceira etapa será a capacitação e treinamento dos profissionais de Defesa Civil para utilizar esse sistema. Para funcionar adequadamente, é fundamental que o banco de dados seja abastecido com frequência e precisão, para que o atlas com a série histórica de desastres se mantenha atualizado.
O Ceped afirma que os resultados parciais e final do estudo serão divulgados apenas pelo Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Defesa Civil.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
ASTRONOMIA: CLIQUE NO LINK E VEJA FILME SOBRE A CRIAÇÃO DO UNIVERSO
O Universo - Além Do Big Bang Parte 01
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 2
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 3
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 4
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 5
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 6
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 7
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 8
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 9
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 2
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 3
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 4
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 5
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 6
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 7
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 8
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 9
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Vestibular seriado UPE: PROGRAMA GEOGRAFIA GERAL E BRASIL
1º ANO
Introdução a Geografia: Conceitos gerais
A CIÊNCIA GEOGRAFICA - Importância e definições - Correntes e princípios - O espaço geográfico - Categorias geográficas
O ESPAÇO E SUAS REPRESENTAÇÕES- Orientação: Rosa dos ventos.
Coordenadas geográficas: Paralelos – Latitude, Circulo do Equador, trópicos, círculos polares - Meridianos – Longitude – fusos horários.
Geografia Humana
DESENVOLVIMENTO E SUBDESENVOLVIMENT0
Níveis de desenvolvimento. - Classificações: Países em desenvolvimento ou emergentes, países industrializados, países do norte e do sul, países menos desenvolvidos, primeiro, segundo e terceiro mundo, países centrais e países periféricos.- Índice de desenvolvimento humano – IDH - Brasil: Nível de desenvolvimento e IDH.
POPULAÇÃO MUNDIAL E BRASIl
Conceitos fundamentais: População absoluta, densidade demográfica, natalidade, mortalidade e crescimento vegetativo.- Crescimento demográfico mundial e brasileiro. - Distribuição populacional. - Teorias demográficas. - Movimentos populacionais: Tipos de migrações, Migrações hoje: Causas e conseqüências, Migrações no Brasil.- Setores da economia e as populações. O desemprego e o subemprego, o menor trabalhador - A participação da mulher e do negro no mercado de trabalho
URBANIZAÇAO MUNDIAL E BRASIL
Conceitos fundamentais- A urbanização e o nível de desenvolvimento.- Aglomerações urbanas e hierarquia - Problemas urbanos: a. Ambientais – Trânsito, poluição sonora e visual, a questão do lixo urbano, a escassez da água potável. b. Sociais – Drogas, criminalidade, moradia, menor abandonado, violência, mendicância, exclusão social (Espacial, econômica, cor.).
GEOGRAFIA FISÍCA
A ATMOSFERA E O CLIMA - Atmosfera – importância, composição e camadas. - Clima e tempo - Aquecimento terrestre- Fatores do clima: Latitude, relevo e altitude. Continentalidade e maritimidade. Correntes marítimas-Massas de ar - Ciclo hidrológico - Tipos de nuvens e chuvas- Classificações climáticas - Principais tipos climáticos do mundo- Tipos climáticos no Brasil. - Problemas ambientais na atmosfera. - Efeito estufa - Chuva ácida - Camada de ozônio - Inversão térmica
2º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA
CAPITALISMO E SOCIALISMO - Características gerais - Lideranças capitalistas e ex-socialistas - O socialismo hoje: Cuba, Vietnã e Coréia do norte. - A China, um caso particular: O socialismo chinês e o crescimento econômico.
GLOBALIZAÇÂO – A NOVA ORDEM MUNDIAL.- Aspectos gerais da Guerra fria. - Conceitos da globalização - Desenvolvimento tecno-cientifico e globalização- As empresas transnacionais - O comércio mundial - Divisão internacional do trabalho – histórico e hoje.- Organismos globais: ONU, Banco Mundial, FMI, OMS, entidades ambientais globais (Greenpeace, WWF...).- Blocos econômicos – UE, NAFTA, MERCOSUL, APEC. - Problemas da globalização: Aumento do desemprego - O fim do Estado naciona- Aumento da desigualdade – Entre países, nos países e entre pessoas.Migrações SUL-NORTE - Globalização das: Doenças e drogas - Sociedade de consumo e meio-ambiente - O Brasil na era global
GEOPOLITICA
GEOLOGIA- Conceitos e importância- Formas de investigação: fósseis, rochas, radioatividade.
CAMADAS INTERNAS
DERIVA CONTINENTAL E TECTÔNICA DAS PLACAS - Evidências e comprovações. -Tipos de movimentos das placas – causas e conseqüências. - Brasil e placas tectônicas
ROCHAS E MINERAIS- Conceitos. - Tipos de rochas e o ciclo das rochas.- Minerais no mundo.- Minerais do Brasil: Principais minerais.Áreas produtoras - Importância econômica - Recursos minerais; Problemas ambientais e sociais.
SOLOS - Conceitos- Horizontes do solo. - Tipos de solos - Classificação dos solos - Composição e fertilidade.- Danos ambientais aos solos- Principais solos no mundo- Solos no Brasil
O RELEVO TERRESTRE- Principais formas do relevo. - Agentes do relevo: Internos e externos - Formas do relevo brasileiro - Classificação do relevo brasileiro – Jurandir Ross
HIDROSFERA- Ciclo da água- Rios – conceitos- Importância e utilização- Hidrografia brasileira – Importância e utilização.- Bacias brasileiras - Oceanos e mares. A água no nosso século: Poluição, desperdício e escassez.
GEOGRAFIA ECONÔMICA.
FONTES DE ENERGIA.- Classificação das fontes energética- Produção e consumo mundial.- Principais fontes: Carvão, Petróleo, Nuclear, Gás Natural, Hidroelétricas (Produtores, consumidores, vantagens e desvantagens).- Fontes alternativas de energia - Fontes de energia no Brasil- Energias alternativas no Brasil.
3º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA MUNDO E BRASIL
AGRICULTURA MUNDIAL E BRASIL -Tipos de agricultura- Sistemas e modos de produção - A tecnologia e as ciências na agricultura- A agricultura no mundo: países desenvolvidos e subdesenvolvidos. -Agricultura nos EUA, Europa e China - Os problemas ambientais e sociais da agricultura - A fome no mundo - Atividade agrícola no Brasil: Principais produtos - Êxodo rural - A questão da terra - Relações de trabalho e trabalho infantil - Tecnologia no campo - Descaso ambiental.
A INDÚSTRIA - Evolução da indústria- Classificação da indústria - Fatores de localização – Divisão Internacional do Trabalho – DIT.- A indústria e a globalização – Distribuição espacial- Ciência e indústria – Pólos tecnológicos - Principais regiões industriais.- Indústria e meio-ambiente - A atividade industrial no Brasil – Histórico, e importância econômica. - Localização industrial- Globalização e indústria brasileira. - Meio-ambiente e indústria no Brasil
O COMÉRCIO - Conceito, origem e evolução.- Comércio internacional no mundo global. - Papel dos EUA e China.- Organizações internacionais do comércio – FMI, Banco Mundial,- Participação do Brasil no comércio mundial
GEOGRAFIA FISÌCA
CARTOGRAFIA - Mapas – Elementos do mapa - Coordenadas geográficas - Projeções cartográficas- Tecnologia a serviço da cartografia
MOVIMENTOS DA TERRA - Sistema solar - Translação e rotação- Estações do ano
FORMAÇÔES VEGETAIS - Conceitos- Tipos de vegetação - Formações vegetais: Florestas Equatorial, Tropical e Temperada. - Vegetação Litorânea - Desertos e semi-áridos – Campos – Mediterrânea -Tundra- Danos ambientais as formações vegetais. - A cobertura vegetal brasileira - Danos ambientais a vegetação no Brasil.
Introdução a Geografia: Conceitos gerais
A CIÊNCIA GEOGRAFICA - Importância e definições - Correntes e princípios - O espaço geográfico - Categorias geográficas
O ESPAÇO E SUAS REPRESENTAÇÕES- Orientação: Rosa dos ventos.
Coordenadas geográficas: Paralelos – Latitude, Circulo do Equador, trópicos, círculos polares - Meridianos – Longitude – fusos horários.
Geografia Humana
DESENVOLVIMENTO E SUBDESENVOLVIMENT0
Níveis de desenvolvimento. - Classificações: Países em desenvolvimento ou emergentes, países industrializados, países do norte e do sul, países menos desenvolvidos, primeiro, segundo e terceiro mundo, países centrais e países periféricos.- Índice de desenvolvimento humano – IDH - Brasil: Nível de desenvolvimento e IDH.
POPULAÇÃO MUNDIAL E BRASIl
Conceitos fundamentais: População absoluta, densidade demográfica, natalidade, mortalidade e crescimento vegetativo.- Crescimento demográfico mundial e brasileiro. - Distribuição populacional. - Teorias demográficas. - Movimentos populacionais: Tipos de migrações, Migrações hoje: Causas e conseqüências, Migrações no Brasil.- Setores da economia e as populações. O desemprego e o subemprego, o menor trabalhador - A participação da mulher e do negro no mercado de trabalho
URBANIZAÇAO MUNDIAL E BRASIL
Conceitos fundamentais- A urbanização e o nível de desenvolvimento.- Aglomerações urbanas e hierarquia - Problemas urbanos: a. Ambientais – Trânsito, poluição sonora e visual, a questão do lixo urbano, a escassez da água potável. b. Sociais – Drogas, criminalidade, moradia, menor abandonado, violência, mendicância, exclusão social (Espacial, econômica, cor.).
GEOGRAFIA FISÍCA
A ATMOSFERA E O CLIMA - Atmosfera – importância, composição e camadas. - Clima e tempo - Aquecimento terrestre- Fatores do clima: Latitude, relevo e altitude. Continentalidade e maritimidade. Correntes marítimas-Massas de ar - Ciclo hidrológico - Tipos de nuvens e chuvas- Classificações climáticas - Principais tipos climáticos do mundo- Tipos climáticos no Brasil. - Problemas ambientais na atmosfera. - Efeito estufa - Chuva ácida - Camada de ozônio - Inversão térmica
2º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA
CAPITALISMO E SOCIALISMO - Características gerais - Lideranças capitalistas e ex-socialistas - O socialismo hoje: Cuba, Vietnã e Coréia do norte. - A China, um caso particular: O socialismo chinês e o crescimento econômico.
GLOBALIZAÇÂO – A NOVA ORDEM MUNDIAL.- Aspectos gerais da Guerra fria. - Conceitos da globalização - Desenvolvimento tecno-cientifico e globalização- As empresas transnacionais - O comércio mundial - Divisão internacional do trabalho – histórico e hoje.- Organismos globais: ONU, Banco Mundial, FMI, OMS, entidades ambientais globais (Greenpeace, WWF...).- Blocos econômicos – UE, NAFTA, MERCOSUL, APEC. - Problemas da globalização: Aumento do desemprego - O fim do Estado naciona- Aumento da desigualdade – Entre países, nos países e entre pessoas.Migrações SUL-NORTE - Globalização das: Doenças e drogas - Sociedade de consumo e meio-ambiente - O Brasil na era global
GEOPOLITICA
GEOLOGIA- Conceitos e importância- Formas de investigação: fósseis, rochas, radioatividade.
CAMADAS INTERNAS
DERIVA CONTINENTAL E TECTÔNICA DAS PLACAS - Evidências e comprovações. -Tipos de movimentos das placas – causas e conseqüências. - Brasil e placas tectônicas
ROCHAS E MINERAIS- Conceitos. - Tipos de rochas e o ciclo das rochas.- Minerais no mundo.- Minerais do Brasil: Principais minerais.Áreas produtoras - Importância econômica - Recursos minerais; Problemas ambientais e sociais.
SOLOS - Conceitos- Horizontes do solo. - Tipos de solos - Classificação dos solos - Composição e fertilidade.- Danos ambientais aos solos- Principais solos no mundo- Solos no Brasil
O RELEVO TERRESTRE- Principais formas do relevo. - Agentes do relevo: Internos e externos - Formas do relevo brasileiro - Classificação do relevo brasileiro – Jurandir Ross
HIDROSFERA- Ciclo da água- Rios – conceitos- Importância e utilização- Hidrografia brasileira – Importância e utilização.- Bacias brasileiras - Oceanos e mares. A água no nosso século: Poluição, desperdício e escassez.
GEOGRAFIA ECONÔMICA.
FONTES DE ENERGIA.- Classificação das fontes energética- Produção e consumo mundial.- Principais fontes: Carvão, Petróleo, Nuclear, Gás Natural, Hidroelétricas (Produtores, consumidores, vantagens e desvantagens).- Fontes alternativas de energia - Fontes de energia no Brasil- Energias alternativas no Brasil.
3º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA MUNDO E BRASIL
AGRICULTURA MUNDIAL E BRASIL -Tipos de agricultura- Sistemas e modos de produção - A tecnologia e as ciências na agricultura- A agricultura no mundo: países desenvolvidos e subdesenvolvidos. -Agricultura nos EUA, Europa e China - Os problemas ambientais e sociais da agricultura - A fome no mundo - Atividade agrícola no Brasil: Principais produtos - Êxodo rural - A questão da terra - Relações de trabalho e trabalho infantil - Tecnologia no campo - Descaso ambiental.
A INDÚSTRIA - Evolução da indústria- Classificação da indústria - Fatores de localização – Divisão Internacional do Trabalho – DIT.- A indústria e a globalização – Distribuição espacial- Ciência e indústria – Pólos tecnológicos - Principais regiões industriais.- Indústria e meio-ambiente - A atividade industrial no Brasil – Histórico, e importância econômica. - Localização industrial- Globalização e indústria brasileira. - Meio-ambiente e indústria no Brasil
O COMÉRCIO - Conceito, origem e evolução.- Comércio internacional no mundo global. - Papel dos EUA e China.- Organizações internacionais do comércio – FMI, Banco Mundial,- Participação do Brasil no comércio mundial
GEOGRAFIA FISÌCA
CARTOGRAFIA - Mapas – Elementos do mapa - Coordenadas geográficas - Projeções cartográficas- Tecnologia a serviço da cartografia
MOVIMENTOS DA TERRA - Sistema solar - Translação e rotação- Estações do ano
FORMAÇÔES VEGETAIS - Conceitos- Tipos de vegetação - Formações vegetais: Florestas Equatorial, Tropical e Temperada. - Vegetação Litorânea - Desertos e semi-áridos – Campos – Mediterrânea -Tundra- Danos ambientais as formações vegetais. - A cobertura vegetal brasileira - Danos ambientais a vegetação no Brasil.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Superávit & déficit
Superávit primário é o resultado positivo de todas as receitas e despesas do governo, excetuando gastos com pagamento de juros. Nas contas do governo, o chamado déficit primário ocorre quando esse resultado é negativo.
Já o superávit operacional é o resultado positivo das contas do governo incluindo as despesas com juros das dívidas interna e externa do setor público. O resultado negativo chama-se déficit operacional.
Em orçamentos públicos, o superávit é sempre quando há receita superior à despesa, decorrente de um aumento da arrecadação ou de um decréscimo dos gastos. Quando as despesas e pagamentos são maiores que a arrecadação ocorre um déficit orçamentário.
Na balança comercial, o superávit significa um valor das exportações superior ao das importações. O déficit da balança comercial ocorre na situação oposta: quando o valor total das importações é superior ao das exportações.
O superávit cambial ocorre quando a entrada de moedas estrangeiras no conjunto das transações do país com o resto do mundo supera a saída dessas moedas em determinado período. Quando ocorre o contrário, há o chamado déficit cambial.
No balanço de pagamentos, o superávit é registrado quando o resultado da soma de todas as entradas de divisas decorrentes das várias operações com os demais países é maior do que às saídas de divisas. O oposto é o chamado déficit no balanço de pagamentos.
O balanço de pagamentos é o registro de todas as transações econômicas e financeiras realizadas por residentes de um país com os dos demais países, incluindo:
1) Transações correntes [balança comercial; balança de serviços e transferências unilaterais]
2) Movimento de capitais.
Há ainda os chamados superávit e déficit em conta corrente ou em transações correntes. O déficit em conta corrente ocorre quando a soma das balanças comercial e de serviços e as transferências unilaterais do balanço de pagamentos apresenta resultado negativo. O oposto denomina-se superávit.
Já o superávit operacional é o resultado positivo das contas do governo incluindo as despesas com juros das dívidas interna e externa do setor público. O resultado negativo chama-se déficit operacional.
Em orçamentos públicos, o superávit é sempre quando há receita superior à despesa, decorrente de um aumento da arrecadação ou de um decréscimo dos gastos. Quando as despesas e pagamentos são maiores que a arrecadação ocorre um déficit orçamentário.
Na balança comercial, o superávit significa um valor das exportações superior ao das importações. O déficit da balança comercial ocorre na situação oposta: quando o valor total das importações é superior ao das exportações.
O superávit cambial ocorre quando a entrada de moedas estrangeiras no conjunto das transações do país com o resto do mundo supera a saída dessas moedas em determinado período. Quando ocorre o contrário, há o chamado déficit cambial.
No balanço de pagamentos, o superávit é registrado quando o resultado da soma de todas as entradas de divisas decorrentes das várias operações com os demais países é maior do que às saídas de divisas. O oposto é o chamado déficit no balanço de pagamentos.
O balanço de pagamentos é o registro de todas as transações econômicas e financeiras realizadas por residentes de um país com os dos demais países, incluindo:
1) Transações correntes [balança comercial; balança de serviços e transferências unilaterais]
2) Movimento de capitais.
Há ainda os chamados superávit e déficit em conta corrente ou em transações correntes. O déficit em conta corrente ocorre quando a soma das balanças comercial e de serviços e as transferências unilaterais do balanço de pagamentos apresenta resultado negativo. O oposto denomina-se superávit.
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