O Universo - Além Do Big Bang Parte 01
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 2
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 3
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 4
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 5
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 6
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 7
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 8
O Universo - Além Do Big Bang - PARTE 9
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Vestibular seriado UPE: PROGRAMA GEOGRAFIA GERAL E BRASIL
1º ANO
Introdução a Geografia: Conceitos gerais
A CIÊNCIA GEOGRAFICA - Importância e definições - Correntes e princípios - O espaço geográfico - Categorias geográficas
O ESPAÇO E SUAS REPRESENTAÇÕES- Orientação: Rosa dos ventos.
Coordenadas geográficas: Paralelos – Latitude, Circulo do Equador, trópicos, círculos polares - Meridianos – Longitude – fusos horários.
Geografia Humana
DESENVOLVIMENTO E SUBDESENVOLVIMENT0
Níveis de desenvolvimento. - Classificações: Países em desenvolvimento ou emergentes, países industrializados, países do norte e do sul, países menos desenvolvidos, primeiro, segundo e terceiro mundo, países centrais e países periféricos.- Índice de desenvolvimento humano – IDH - Brasil: Nível de desenvolvimento e IDH.
POPULAÇÃO MUNDIAL E BRASIl
Conceitos fundamentais: População absoluta, densidade demográfica, natalidade, mortalidade e crescimento vegetativo.- Crescimento demográfico mundial e brasileiro. - Distribuição populacional. - Teorias demográficas. - Movimentos populacionais: Tipos de migrações, Migrações hoje: Causas e conseqüências, Migrações no Brasil.- Setores da economia e as populações. O desemprego e o subemprego, o menor trabalhador - A participação da mulher e do negro no mercado de trabalho
URBANIZAÇAO MUNDIAL E BRASIL
Conceitos fundamentais- A urbanização e o nível de desenvolvimento.- Aglomerações urbanas e hierarquia - Problemas urbanos: a. Ambientais – Trânsito, poluição sonora e visual, a questão do lixo urbano, a escassez da água potável. b. Sociais – Drogas, criminalidade, moradia, menor abandonado, violência, mendicância, exclusão social (Espacial, econômica, cor.).
GEOGRAFIA FISÍCA
A ATMOSFERA E O CLIMA - Atmosfera – importância, composição e camadas. - Clima e tempo - Aquecimento terrestre- Fatores do clima: Latitude, relevo e altitude. Continentalidade e maritimidade. Correntes marítimas-Massas de ar - Ciclo hidrológico - Tipos de nuvens e chuvas- Classificações climáticas - Principais tipos climáticos do mundo- Tipos climáticos no Brasil. - Problemas ambientais na atmosfera. - Efeito estufa - Chuva ácida - Camada de ozônio - Inversão térmica
2º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA
CAPITALISMO E SOCIALISMO - Características gerais - Lideranças capitalistas e ex-socialistas - O socialismo hoje: Cuba, Vietnã e Coréia do norte. - A China, um caso particular: O socialismo chinês e o crescimento econômico.
GLOBALIZAÇÂO – A NOVA ORDEM MUNDIAL.- Aspectos gerais da Guerra fria. - Conceitos da globalização - Desenvolvimento tecno-cientifico e globalização- As empresas transnacionais - O comércio mundial - Divisão internacional do trabalho – histórico e hoje.- Organismos globais: ONU, Banco Mundial, FMI, OMS, entidades ambientais globais (Greenpeace, WWF...).- Blocos econômicos – UE, NAFTA, MERCOSUL, APEC. - Problemas da globalização: Aumento do desemprego - O fim do Estado naciona- Aumento da desigualdade – Entre países, nos países e entre pessoas.Migrações SUL-NORTE - Globalização das: Doenças e drogas - Sociedade de consumo e meio-ambiente - O Brasil na era global
GEOPOLITICA
GEOLOGIA- Conceitos e importância- Formas de investigação: fósseis, rochas, radioatividade.
CAMADAS INTERNAS
DERIVA CONTINENTAL E TECTÔNICA DAS PLACAS - Evidências e comprovações. -Tipos de movimentos das placas – causas e conseqüências. - Brasil e placas tectônicas
ROCHAS E MINERAIS- Conceitos. - Tipos de rochas e o ciclo das rochas.- Minerais no mundo.- Minerais do Brasil: Principais minerais.Áreas produtoras - Importância econômica - Recursos minerais; Problemas ambientais e sociais.
SOLOS - Conceitos- Horizontes do solo. - Tipos de solos - Classificação dos solos - Composição e fertilidade.- Danos ambientais aos solos- Principais solos no mundo- Solos no Brasil
O RELEVO TERRESTRE- Principais formas do relevo. - Agentes do relevo: Internos e externos - Formas do relevo brasileiro - Classificação do relevo brasileiro – Jurandir Ross
HIDROSFERA- Ciclo da água- Rios – conceitos- Importância e utilização- Hidrografia brasileira – Importância e utilização.- Bacias brasileiras - Oceanos e mares. A água no nosso século: Poluição, desperdício e escassez.
GEOGRAFIA ECONÔMICA.
FONTES DE ENERGIA.- Classificação das fontes energética- Produção e consumo mundial.- Principais fontes: Carvão, Petróleo, Nuclear, Gás Natural, Hidroelétricas (Produtores, consumidores, vantagens e desvantagens).- Fontes alternativas de energia - Fontes de energia no Brasil- Energias alternativas no Brasil.
3º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA MUNDO E BRASIL
AGRICULTURA MUNDIAL E BRASIL -Tipos de agricultura- Sistemas e modos de produção - A tecnologia e as ciências na agricultura- A agricultura no mundo: países desenvolvidos e subdesenvolvidos. -Agricultura nos EUA, Europa e China - Os problemas ambientais e sociais da agricultura - A fome no mundo - Atividade agrícola no Brasil: Principais produtos - Êxodo rural - A questão da terra - Relações de trabalho e trabalho infantil - Tecnologia no campo - Descaso ambiental.
A INDÚSTRIA - Evolução da indústria- Classificação da indústria - Fatores de localização – Divisão Internacional do Trabalho – DIT.- A indústria e a globalização – Distribuição espacial- Ciência e indústria – Pólos tecnológicos - Principais regiões industriais.- Indústria e meio-ambiente - A atividade industrial no Brasil – Histórico, e importância econômica. - Localização industrial- Globalização e indústria brasileira. - Meio-ambiente e indústria no Brasil
O COMÉRCIO - Conceito, origem e evolução.- Comércio internacional no mundo global. - Papel dos EUA e China.- Organizações internacionais do comércio – FMI, Banco Mundial,- Participação do Brasil no comércio mundial
GEOGRAFIA FISÌCA
CARTOGRAFIA - Mapas – Elementos do mapa - Coordenadas geográficas - Projeções cartográficas- Tecnologia a serviço da cartografia
MOVIMENTOS DA TERRA - Sistema solar - Translação e rotação- Estações do ano
FORMAÇÔES VEGETAIS - Conceitos- Tipos de vegetação - Formações vegetais: Florestas Equatorial, Tropical e Temperada. - Vegetação Litorânea - Desertos e semi-áridos – Campos – Mediterrânea -Tundra- Danos ambientais as formações vegetais. - A cobertura vegetal brasileira - Danos ambientais a vegetação no Brasil.
Introdução a Geografia: Conceitos gerais
A CIÊNCIA GEOGRAFICA - Importância e definições - Correntes e princípios - O espaço geográfico - Categorias geográficas
O ESPAÇO E SUAS REPRESENTAÇÕES- Orientação: Rosa dos ventos.
Coordenadas geográficas: Paralelos – Latitude, Circulo do Equador, trópicos, círculos polares - Meridianos – Longitude – fusos horários.
Geografia Humana
DESENVOLVIMENTO E SUBDESENVOLVIMENT0
Níveis de desenvolvimento. - Classificações: Países em desenvolvimento ou emergentes, países industrializados, países do norte e do sul, países menos desenvolvidos, primeiro, segundo e terceiro mundo, países centrais e países periféricos.- Índice de desenvolvimento humano – IDH - Brasil: Nível de desenvolvimento e IDH.
POPULAÇÃO MUNDIAL E BRASIl
Conceitos fundamentais: População absoluta, densidade demográfica, natalidade, mortalidade e crescimento vegetativo.- Crescimento demográfico mundial e brasileiro. - Distribuição populacional. - Teorias demográficas. - Movimentos populacionais: Tipos de migrações, Migrações hoje: Causas e conseqüências, Migrações no Brasil.- Setores da economia e as populações. O desemprego e o subemprego, o menor trabalhador - A participação da mulher e do negro no mercado de trabalho
URBANIZAÇAO MUNDIAL E BRASIL
Conceitos fundamentais- A urbanização e o nível de desenvolvimento.- Aglomerações urbanas e hierarquia - Problemas urbanos: a. Ambientais – Trânsito, poluição sonora e visual, a questão do lixo urbano, a escassez da água potável. b. Sociais – Drogas, criminalidade, moradia, menor abandonado, violência, mendicância, exclusão social (Espacial, econômica, cor.).
GEOGRAFIA FISÍCA
A ATMOSFERA E O CLIMA - Atmosfera – importância, composição e camadas. - Clima e tempo - Aquecimento terrestre- Fatores do clima: Latitude, relevo e altitude. Continentalidade e maritimidade. Correntes marítimas-Massas de ar - Ciclo hidrológico - Tipos de nuvens e chuvas- Classificações climáticas - Principais tipos climáticos do mundo- Tipos climáticos no Brasil. - Problemas ambientais na atmosfera. - Efeito estufa - Chuva ácida - Camada de ozônio - Inversão térmica
2º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA
CAPITALISMO E SOCIALISMO - Características gerais - Lideranças capitalistas e ex-socialistas - O socialismo hoje: Cuba, Vietnã e Coréia do norte. - A China, um caso particular: O socialismo chinês e o crescimento econômico.
GLOBALIZAÇÂO – A NOVA ORDEM MUNDIAL.- Aspectos gerais da Guerra fria. - Conceitos da globalização - Desenvolvimento tecno-cientifico e globalização- As empresas transnacionais - O comércio mundial - Divisão internacional do trabalho – histórico e hoje.- Organismos globais: ONU, Banco Mundial, FMI, OMS, entidades ambientais globais (Greenpeace, WWF...).- Blocos econômicos – UE, NAFTA, MERCOSUL, APEC. - Problemas da globalização: Aumento do desemprego - O fim do Estado naciona- Aumento da desigualdade – Entre países, nos países e entre pessoas.Migrações SUL-NORTE - Globalização das: Doenças e drogas - Sociedade de consumo e meio-ambiente - O Brasil na era global
GEOPOLITICA
GEOLOGIA- Conceitos e importância- Formas de investigação: fósseis, rochas, radioatividade.
CAMADAS INTERNAS
DERIVA CONTINENTAL E TECTÔNICA DAS PLACAS - Evidências e comprovações. -Tipos de movimentos das placas – causas e conseqüências. - Brasil e placas tectônicas
ROCHAS E MINERAIS- Conceitos. - Tipos de rochas e o ciclo das rochas.- Minerais no mundo.- Minerais do Brasil: Principais minerais.Áreas produtoras - Importância econômica - Recursos minerais; Problemas ambientais e sociais.
SOLOS - Conceitos- Horizontes do solo. - Tipos de solos - Classificação dos solos - Composição e fertilidade.- Danos ambientais aos solos- Principais solos no mundo- Solos no Brasil
O RELEVO TERRESTRE- Principais formas do relevo. - Agentes do relevo: Internos e externos - Formas do relevo brasileiro - Classificação do relevo brasileiro – Jurandir Ross
HIDROSFERA- Ciclo da água- Rios – conceitos- Importância e utilização- Hidrografia brasileira – Importância e utilização.- Bacias brasileiras - Oceanos e mares. A água no nosso século: Poluição, desperdício e escassez.
GEOGRAFIA ECONÔMICA.
FONTES DE ENERGIA.- Classificação das fontes energética- Produção e consumo mundial.- Principais fontes: Carvão, Petróleo, Nuclear, Gás Natural, Hidroelétricas (Produtores, consumidores, vantagens e desvantagens).- Fontes alternativas de energia - Fontes de energia no Brasil- Energias alternativas no Brasil.
3º ANO
GEOGRAFIA ECONÔMICA MUNDO E BRASIL
AGRICULTURA MUNDIAL E BRASIL -Tipos de agricultura- Sistemas e modos de produção - A tecnologia e as ciências na agricultura- A agricultura no mundo: países desenvolvidos e subdesenvolvidos. -Agricultura nos EUA, Europa e China - Os problemas ambientais e sociais da agricultura - A fome no mundo - Atividade agrícola no Brasil: Principais produtos - Êxodo rural - A questão da terra - Relações de trabalho e trabalho infantil - Tecnologia no campo - Descaso ambiental.
A INDÚSTRIA - Evolução da indústria- Classificação da indústria - Fatores de localização – Divisão Internacional do Trabalho – DIT.- A indústria e a globalização – Distribuição espacial- Ciência e indústria – Pólos tecnológicos - Principais regiões industriais.- Indústria e meio-ambiente - A atividade industrial no Brasil – Histórico, e importância econômica. - Localização industrial- Globalização e indústria brasileira. - Meio-ambiente e indústria no Brasil
O COMÉRCIO - Conceito, origem e evolução.- Comércio internacional no mundo global. - Papel dos EUA e China.- Organizações internacionais do comércio – FMI, Banco Mundial,- Participação do Brasil no comércio mundial
GEOGRAFIA FISÌCA
CARTOGRAFIA - Mapas – Elementos do mapa - Coordenadas geográficas - Projeções cartográficas- Tecnologia a serviço da cartografia
MOVIMENTOS DA TERRA - Sistema solar - Translação e rotação- Estações do ano
FORMAÇÔES VEGETAIS - Conceitos- Tipos de vegetação - Formações vegetais: Florestas Equatorial, Tropical e Temperada. - Vegetação Litorânea - Desertos e semi-áridos – Campos – Mediterrânea -Tundra- Danos ambientais as formações vegetais. - A cobertura vegetal brasileira - Danos ambientais a vegetação no Brasil.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Superávit & déficit
Superávit primário é o resultado positivo de todas as receitas e despesas do governo, excetuando gastos com pagamento de juros. Nas contas do governo, o chamado déficit primário ocorre quando esse resultado é negativo.
Já o superávit operacional é o resultado positivo das contas do governo incluindo as despesas com juros das dívidas interna e externa do setor público. O resultado negativo chama-se déficit operacional.
Em orçamentos públicos, o superávit é sempre quando há receita superior à despesa, decorrente de um aumento da arrecadação ou de um decréscimo dos gastos. Quando as despesas e pagamentos são maiores que a arrecadação ocorre um déficit orçamentário.
Na balança comercial, o superávit significa um valor das exportações superior ao das importações. O déficit da balança comercial ocorre na situação oposta: quando o valor total das importações é superior ao das exportações.
O superávit cambial ocorre quando a entrada de moedas estrangeiras no conjunto das transações do país com o resto do mundo supera a saída dessas moedas em determinado período. Quando ocorre o contrário, há o chamado déficit cambial.
No balanço de pagamentos, o superávit é registrado quando o resultado da soma de todas as entradas de divisas decorrentes das várias operações com os demais países é maior do que às saídas de divisas. O oposto é o chamado déficit no balanço de pagamentos.
O balanço de pagamentos é o registro de todas as transações econômicas e financeiras realizadas por residentes de um país com os dos demais países, incluindo:
1) Transações correntes [balança comercial; balança de serviços e transferências unilaterais]
2) Movimento de capitais.
Há ainda os chamados superávit e déficit em conta corrente ou em transações correntes. O déficit em conta corrente ocorre quando a soma das balanças comercial e de serviços e as transferências unilaterais do balanço de pagamentos apresenta resultado negativo. O oposto denomina-se superávit.
Já o superávit operacional é o resultado positivo das contas do governo incluindo as despesas com juros das dívidas interna e externa do setor público. O resultado negativo chama-se déficit operacional.
Em orçamentos públicos, o superávit é sempre quando há receita superior à despesa, decorrente de um aumento da arrecadação ou de um decréscimo dos gastos. Quando as despesas e pagamentos são maiores que a arrecadação ocorre um déficit orçamentário.
Na balança comercial, o superávit significa um valor das exportações superior ao das importações. O déficit da balança comercial ocorre na situação oposta: quando o valor total das importações é superior ao das exportações.
O superávit cambial ocorre quando a entrada de moedas estrangeiras no conjunto das transações do país com o resto do mundo supera a saída dessas moedas em determinado período. Quando ocorre o contrário, há o chamado déficit cambial.
No balanço de pagamentos, o superávit é registrado quando o resultado da soma de todas as entradas de divisas decorrentes das várias operações com os demais países é maior do que às saídas de divisas. O oposto é o chamado déficit no balanço de pagamentos.
O balanço de pagamentos é o registro de todas as transações econômicas e financeiras realizadas por residentes de um país com os dos demais países, incluindo:
1) Transações correntes [balança comercial; balança de serviços e transferências unilaterais]
2) Movimento de capitais.
Há ainda os chamados superávit e déficit em conta corrente ou em transações correntes. O déficit em conta corrente ocorre quando a soma das balanças comercial e de serviços e as transferências unilaterais do balanço de pagamentos apresenta resultado negativo. O oposto denomina-se superávit.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Saiba como o apagão afetou os estados do Nordeste

Do G1
A falta de energia elétrica que afetou oito estados do Nordeste, na madrugada desta sexta-feira (4), ainda causa transtornos a moradores de algumas áreas. O apagão teve início por volta das 23h30 (0h30, no horário de Brasília), e alguns estados só tiveram a situação normalizada às 4h. Em pelo menos três estados a queda de energia afetou o abastecimento de água.
A pane que atingiu Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Sergipe, Piauí e Rio Grande do Norte na noite de quinta-feira (3) e início da madrugada desta sexta ocorreu devido a uma falha no circuito eletrônico da subestação Luiz Gonzaga, no município de Jatobá, em Pernambuco. Segundo o diretor de operações da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco, Mozart Bandeira Arnaud, o abastecimento de luz já foi normalizado em todos os estados.
Paraíba
Apesar do restabelecimento do sistema de energia elétrica, moradores da Região Metropolitana de João Pessoa e de algumas cidades do interior da Paraíba estão sem água, segundo a Companhia de Água e Esgoto do estado (Cagepa).
Devido à falta de energia, o nível dos reservatórios de água do estado caiu e algumas cidades estão sem água. Segundo a Cagepa, ainda não há informações sobre o número de moradores afetados. A distribuição começou a ser normalizada por volta das 12h (horário local) na Região Metropolitana e até o fim do dia o abastecimento deve ser normalizado. Nas demais áreas do estado, ainda não há previsão para que a situação seja normalizada.
Ainda na Paraíba, alguns caixas eletrônicos e terminais de bancos estão fora de funcionamento. Clientes de algumas agências enfrentam dificuldades para efetuar saques.
Telefones de delegacias e o sistema de comunicação da Secretaria de Segurança Pública da Paraíba também ficaram fora do ar durante a madrugada.
Na Paraíba, mais de 1,2 milhão de consumidores ficaram sem luz, de acordo com a Energisa. O problema ocorreu às 23h29 e começou a ser normalizado às 2h03.
Bahia
A falta de energia que afetou os estados nordestinos comprometeu parte do fornecimento de energia do Complexo Básico do Pólo Petroquímico de Camaçari. Algumas empresas tiveram que paralisar suas atividades, de acordo com o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic).
Por conta disso, um plano de emergência foi acionado e as vias internas do Pólo foram bloqueadas. Funcionários de algumas das empresas que paralisaram suas atividades foram liberados, por medida de segurança.
Apesar das medidas de prevenção, o Cofic afirma que não foram registrados acidentes ou vazamentos. O bloqueio das vias internas do Pólo já foi liberado. As atividades das empresas estão sendo restabelecidas gradualmente.
Segundo a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), a falta de energia elétrica ainda prejudica o abastecimento de água nos municípios baianos de Conceição da Feira, Feira de Santana, Santa Bárbara, São Gonçalo dos Campos, Tanquinho e Santanópolis. Estas cidades são atendidas pela Estação de Tratamento (ETA) de Conceição da Feira. Cerca de 700 mil pessoas foram afetadas fela falta d'água, segundo a empresa.
A Embasa informou que está tentando solucionar o problema e recomenda uso racional da água das caixas d’água. Em nota, a Empresa informou ainda que o serviço de manutenção na ETA, previsto para este sábado (5), foi suspenso. Não haverá interrupção de fornecimento.
Só na Bahia, segundo a Companhia de Eletricidade do estado (Coelba), 4,2 milhões de consumidores foram afetados. O sistema foi completamente normalizado às 3h36 (horário local).
Alagoas
Em grande parte do estado, moradores enfrentam falta d'água nesta sexta-feira. Em Maceió, segundo a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), cerca de 900 mil pessoas estão sem água, devido à queda de energia. A previsão é que a situação comece a ser normalizada na noite desta sexta-feira.
Segundo a Casal, ainda não é possível afirmar quantos moradores do estado sofrem com a falta d'água.
Pernambuco
Um preso foi morto e outro ficou ferido, na madrugada desta sexta, em um tumulto no presídio Aníbal Bruno, no Recife. De acordo com a Secretaria de Ressocialização de Pernambuco (Seres), a briga entre os detentos do pavilhão D ocorreu durante o apagão.
O detento foi morto a golpes de faca artesanal por outro preso, segundo a Seres. Um terceiro detento que tentou separar a briga ficou ferido e teve que ser encaminhado ao Hospital da Restauração.
De acordo com a Celpe, a falta de energia atingiu 2,9 milhões de unidades consumidoras, afetando totalmente 175 municípios pernambucanos, além da cidade paraibana de Pedra de Fogo que também se encontra na área de concessão da companhia. A interrupção atingiu 95% do fornecimento energético do estado. O restabelecimento da energia foi gradativamente iniciado à 1h40 desta sexta-feira e totalmente concluído às 4h50, segundo a Celpe.
Rio Grande do Norte
O apagão também prejudicou as operações no Aeroporto de Natal, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
De acordo com a Infraero, um voo que pousaria em Natal precisou ser transferido para Fortaleza e outros dois voos foram cancelados. Os transtornos ocorreram porque os geradores do aeroporto demoraram para entrar em funcionamento. O aeroporto já opera normalmente, segundo a Infraero.
Os voos nos demais aeroportos do Nordeste fluíram normalmente durante a madrugada. Eventuais atrasos e cancelamentos, segundo a Infraero, foram causados por outros motivos.
No Rio Grande do Norte, os 167 municípios do estado foram afetados. Segundo a Companhia Energética do estado (Consern), mais de 1,1 milhão de consumidores ficaram sem energia.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O espaço em transformação
O espaço geográfico corresponde ao espaço construído e alterado pelo homem, pode ser definido com sendo o palco das realizações humanas nas quais estão as relações entre os homens e desses com a natureza. O espaço geográfico abriga o homem e todos os elementos naturais, tais como relevo, clima, vegetação e tudo que nela está inserido.
O espaço geográfico em sua etapa inicial apresentava somente os aspectos físicos ou naturais presentes, como rios, mares, lagos, montanhas, animais, plantas e toda interação e interdependência entre eles. O surgimento do homem, desde o mais primitivo, que começou a interferir no meio a partir do corte de uma árvore para construção de um abrigo e para caça, impactou e transformou o espaço geográfico.
Nesse primeiro momento as transformações eram quase que insignificantes, uma vez que tudo que se retirava da natureza servia somente para sanar as necessidades básicas de sobrevivência, processo denominado de “meios de existência”. Toda modificação executada na natureza é proveniente do trabalho humano.
É através do trabalho que o homem é capaz de construir e desenvolver tudo aquilo que é indispensável à sua sobrevivência. O termo “trabalho” significa todo esforço físico e mental humano com finalidade de produzir algo útil a si mesmo ou a alguém.
O conjunto de atividades desempenhadas pelas sociedades continuamente promove a modificação do espaço geográfico. A partir da Primeira Revolução Industrial o homem enfatizou a retirada de recursos dispostos na natureza a fim de abastecer as indústrias de matéria-prima, que é um item primordial nessa atividade, ao passo que a população crescia era acompanhado pelo alto consumo de alimentos e bens de consumo.
Com o avanço tecnológico, o homem criou uma série de mecanismos para facilitar a manipulação dos elementos da natureza, máquinas e equipamentos facilitaram a vida do homem e dinamizaram o processo de exploração de recursos, como os minerais, além do desenvolvimento de toda produção agropecuária com a inserção de tecnologias, como tratores, plantadeiras, colheitadeiras e muitos outros.
Na produção agropecuária se faz necessário transformar o meio, pois retira toda cobertura vegetal original que é substituída por pastagens e lavouras, essas derivam outros impactos como erosão, poluição e contaminação do solo e dos mananciais.
Na extração mineral o espaço geográfico é bastante atingido, sofrendo profundos impactos mudando de forma drástica todo arranjo espacial do lugar que está sendo explorado.
Nos centros urbanos as alterações são percebidas nas construções presentes, essas transformações ocorrem em loteamentos que em um período era somente uma área desabitada e passou a abrigar construções residenciais, além de áreas destinadas ao comércio e indústria. Desse modo, nas cidades de todo mundo sempre ocorrem modificações no espaço, são identificadas nas novas construções, nas reformas de residências, lojas e todas as formas de edificações.
Diante dessas considerações constata-se que o espaço geográfico não é estático, pois até mesmo a deteriorização de um edifício ou monumento é considerado uma alteração do espaço e automaticamente da paisagem, por isso as mudanças são contínuas e dinâmicas. O espaço geográfico é produto do trabalho humano sobre a natureza e todas as relações sociais ao longo da história.
As constantes intervenções humanas no espaço causam uma infinidade de degradação que recentemente tem se voltado contra o homem, desse modo, a natureza está devolvendo tudo aquilo que as ações antrópicas causaram, são vários os exemplos decorrentes das profundas alterações ocorridas principalmente no último século no planeta, como o aquecimento global, efeito estufa e escassez de água.
As décadas de exploração ocasionaram a extinção, somente no século XX pelo menos 15% das espécies da fauna e da flora foram extintas.
A partir das afirmativas, fica evidente que o homem necessita da natureza para obter seu sustento, no entanto, o que tem sido promovido é uma exploração irracional dos recursos que, se continuar nesse ritmo, provavelmente as próximas gerações enfrentarão sérios problemas, além de comprometer a vida de todos os seres vivos na Terra, inclusive o homem, caso o problema não seja solucionado.
O espaço geográfico em sua etapa inicial apresentava somente os aspectos físicos ou naturais presentes, como rios, mares, lagos, montanhas, animais, plantas e toda interação e interdependência entre eles. O surgimento do homem, desde o mais primitivo, que começou a interferir no meio a partir do corte de uma árvore para construção de um abrigo e para caça, impactou e transformou o espaço geográfico.
Nesse primeiro momento as transformações eram quase que insignificantes, uma vez que tudo que se retirava da natureza servia somente para sanar as necessidades básicas de sobrevivência, processo denominado de “meios de existência”. Toda modificação executada na natureza é proveniente do trabalho humano.
É através do trabalho que o homem é capaz de construir e desenvolver tudo aquilo que é indispensável à sua sobrevivência. O termo “trabalho” significa todo esforço físico e mental humano com finalidade de produzir algo útil a si mesmo ou a alguém.
O conjunto de atividades desempenhadas pelas sociedades continuamente promove a modificação do espaço geográfico. A partir da Primeira Revolução Industrial o homem enfatizou a retirada de recursos dispostos na natureza a fim de abastecer as indústrias de matéria-prima, que é um item primordial nessa atividade, ao passo que a população crescia era acompanhado pelo alto consumo de alimentos e bens de consumo.
Com o avanço tecnológico, o homem criou uma série de mecanismos para facilitar a manipulação dos elementos da natureza, máquinas e equipamentos facilitaram a vida do homem e dinamizaram o processo de exploração de recursos, como os minerais, além do desenvolvimento de toda produção agropecuária com a inserção de tecnologias, como tratores, plantadeiras, colheitadeiras e muitos outros.
Na produção agropecuária se faz necessário transformar o meio, pois retira toda cobertura vegetal original que é substituída por pastagens e lavouras, essas derivam outros impactos como erosão, poluição e contaminação do solo e dos mananciais.
Na extração mineral o espaço geográfico é bastante atingido, sofrendo profundos impactos mudando de forma drástica todo arranjo espacial do lugar que está sendo explorado.
Nos centros urbanos as alterações são percebidas nas construções presentes, essas transformações ocorrem em loteamentos que em um período era somente uma área desabitada e passou a abrigar construções residenciais, além de áreas destinadas ao comércio e indústria. Desse modo, nas cidades de todo mundo sempre ocorrem modificações no espaço, são identificadas nas novas construções, nas reformas de residências, lojas e todas as formas de edificações.
Diante dessas considerações constata-se que o espaço geográfico não é estático, pois até mesmo a deteriorização de um edifício ou monumento é considerado uma alteração do espaço e automaticamente da paisagem, por isso as mudanças são contínuas e dinâmicas. O espaço geográfico é produto do trabalho humano sobre a natureza e todas as relações sociais ao longo da história.
As constantes intervenções humanas no espaço causam uma infinidade de degradação que recentemente tem se voltado contra o homem, desse modo, a natureza está devolvendo tudo aquilo que as ações antrópicas causaram, são vários os exemplos decorrentes das profundas alterações ocorridas principalmente no último século no planeta, como o aquecimento global, efeito estufa e escassez de água.
As décadas de exploração ocasionaram a extinção, somente no século XX pelo menos 15% das espécies da fauna e da flora foram extintas.
A partir das afirmativas, fica evidente que o homem necessita da natureza para obter seu sustento, no entanto, o que tem sido promovido é uma exploração irracional dos recursos que, se continuar nesse ritmo, provavelmente as próximas gerações enfrentarão sérios problemas, além de comprometer a vida de todos os seres vivos na Terra, inclusive o homem, caso o problema não seja solucionado.
A Regionalização mundial
Na ciência geográfica o conceito de região está ligado à idéia de diferenciação de áreas. As regiões podem ser estabelecidas de acordo com critérios naturais, abordando as diferenças de vegetação, clima, relevo, hidrografia, fauna e etc., e sociocultural que corresponde à avaliação das condições sociais e culturais que insere neste contexto o índice de desenvolvimento humano para explicitar como vivem as pessoas em determinado lugar.
Para uma melhor análise dos dados e das diferenças existentes no mundo, e para não generalizar as informações, faz-se necessário a regionalização de áreas de abordagens, oferecendo várias vantagens aos estudos geográficos.
A partir das considerações, em 1960, o mundo foi regionalizado e/ou classificado em Primeiro, Segundo e Terceiro Mundo.
A expressão Terceiro Mundo foi utilizada pela primeira vez pelo economista Francê Alfred Sauvy, em 1952, ele construiu essa expressão observando as desigualdades econômicas, sociais e políticas, verificou que os países industrializados eram desenvolvidos, sua população vivia melhor, enquanto os outros países enfrentam muitos problemas de ordem econômica, sua população vivia em condição não muito satisfatória.
Além de receber essas denominações o mundo foi regionalizado e/ou classificado em países ricos e pobres ou centrais e periféricos; os ricos (centrais) são países que estão no centro das decisões mundiais, são desenvolvidos, industrializados, avançados tecnologicamente, com economia estável, os países pobres (periféricos) são países subdesenvolvidos, pouco industrializados, com produção primária, dependente economicamente e de economia instável com grande incidência de crises.
E por último o mundo pode ser regionalizado ou denominado de desenvolvidos e subdesenvolvidos. Desenvolvidos são aqueles países que além de ter um grande crescimento econômico e industrial, oferece para seu cidadão uma boa qualidade de vida, como saúde, preocupação com os idosos, acesso ao conhecimento, a cultura, segurança, boa renda pra maioria da população etc., em contrapartida, os países subdesenvolvidos possuem características inversas, como não oferece boa condição de vida à sua população, economia dependente, grande concentração de renda, educação deficiente assim como a saúde.
Em suma, pode-se constatar que não basta mudar as denominações, pois as diferenças são sempre as mesmas, a classificação não transforma suas características somente pela mudança de nomes: desenvolvidos, ricos, centrais, subdesenvolvidos, pobres e periféricos, pois as suas particularidades permanecem.
Para uma melhor análise dos dados e das diferenças existentes no mundo, e para não generalizar as informações, faz-se necessário a regionalização de áreas de abordagens, oferecendo várias vantagens aos estudos geográficos.
A partir das considerações, em 1960, o mundo foi regionalizado e/ou classificado em Primeiro, Segundo e Terceiro Mundo.
A expressão Terceiro Mundo foi utilizada pela primeira vez pelo economista Francê Alfred Sauvy, em 1952, ele construiu essa expressão observando as desigualdades econômicas, sociais e políticas, verificou que os países industrializados eram desenvolvidos, sua população vivia melhor, enquanto os outros países enfrentam muitos problemas de ordem econômica, sua população vivia em condição não muito satisfatória.
Além de receber essas denominações o mundo foi regionalizado e/ou classificado em países ricos e pobres ou centrais e periféricos; os ricos (centrais) são países que estão no centro das decisões mundiais, são desenvolvidos, industrializados, avançados tecnologicamente, com economia estável, os países pobres (periféricos) são países subdesenvolvidos, pouco industrializados, com produção primária, dependente economicamente e de economia instável com grande incidência de crises.
E por último o mundo pode ser regionalizado ou denominado de desenvolvidos e subdesenvolvidos. Desenvolvidos são aqueles países que além de ter um grande crescimento econômico e industrial, oferece para seu cidadão uma boa qualidade de vida, como saúde, preocupação com os idosos, acesso ao conhecimento, a cultura, segurança, boa renda pra maioria da população etc., em contrapartida, os países subdesenvolvidos possuem características inversas, como não oferece boa condição de vida à sua população, economia dependente, grande concentração de renda, educação deficiente assim como a saúde.
Em suma, pode-se constatar que não basta mudar as denominações, pois as diferenças são sempre as mesmas, a classificação não transforma suas características somente pela mudança de nomes: desenvolvidos, ricos, centrais, subdesenvolvidos, pobres e periféricos, pois as suas particularidades permanecem.
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